O _ pornografia
- A minha
e a dos
Outros.
:_passado;

;0x00(#001~009)
;0x01(#010~019)
;0x02(#020~029)
;0x03(#030~039)
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;0x06(#060~069)
;0x07(#070~079)
;0x08(#080~089)
;0x09(#090~099)
;0x0A(#100~109)
;0x0B(#110~119)
;0x0C(#120~129)
;0x0D(#130~139)
;0x0E(#140~149)
;0x0F(#150~159)
;0x10(#160~169)
R45 Girlz
Girlz
(...) ; pxp0p0rn
v2.0.0 - 160304
v2.2.2 - 100506
Banda Larga Móvel (#190)
:: Sábado, 2 de Fevereiro de 2008 @ 11:54 ::
Quando se fala de banda larga móvel em Portugal fica-se com a sensação que a única diferença entre operadores é a cor do equipamento.

Aqui ficam os tarifários de seis operadores no início de Fevereiro.

Banda larga móvel em Portugal EoF
Fapadores (#189)
:: Sábado, 8 de Dezembro de 2007 @ 19:49 ::

Fapadores.com

Mais um blog com umas quantas moças. Fap, fap. EoF
Kipi (#188)
:: Sábado, 15 de Setembro de 2007 @ 13:12 ::
Kipi, uma famosa cosplayer. Podem ver mais algumas fotos em pxp0p0rn.net/p0p/kipi/.

Kipi

Kipi

Kipi

Kipi

Kipi

Fap. EoF
Selectores CSS 3 (#187)
:: Quarta, 29 de Agosto de 2007 @ 21:25 ::
 Sabemos que o W3C trabalha ao inverso da velocidade da luz, provavelmente por bons motivos, também sabemos que ainda não temos uma recomendação final para o CSS 2.1, mas já temos algo de novo para analisar do CSS 3 há muito tempo, os selectores.
 Irão ser uma parte importante das novas funcionalidades e apesar de não sentir que me faz particular falta mais poder na selectividade dos elementos eles acharam que deviam arranjar uns quantos novos (a juntar aos muitos já existentes mas pouco usados e nem sempre implementados pelos clientes). A lista é agora bastante extensa e não a vale a pena entrar em detalhes, até porque existem óptimos trabalhos sem ser necessário o recurso a truques complicados de selectividade, há (quase) sempre modo de dar a volta.
 O css3.info tem uma página onde podemos ver se o nosso cliente actual está a implementar as novas especificações ou não. Passei por lá com cinco browsers e guardei os resultados, expostos de seguida.

From the 43 selectors...

Firefox 2.0.0.6
 26 passed, 10 buggy, 7 unsupported - Passed 357/578 tests

Safari 3.0.3 (522.15.5)
 25 passed, 9 buggy, 9 unsupported - Passed 346/578 tests

Opera 9.22 (Build 8801)
 25 passed, 3 buggy, 15 unsupported - Passed 346/578 tests

IE 7 (7.0.5730.11)
 13 passed, 4 buggy, 26 unsupported - Passed 329/578 tests

IE 6
 10 passed, 1 buggy, 32 unsupported - Passed 276/578 tests

 Não são grande surpresa mas é curioso verificar dois factos. Primeiro a grande diferença entre Firefox, Opera e Safari em relação aos IEs, mais uma vez parece que a MS continua a olhar de lado, mesmo tendo em conta que não são especificações finais talvez fosse boa ideia ver o que a concorrência faz. A outra curiosidade é o oposto, haver três browsers que já se estão a adiantar nesta corrida quando ainda estamos longe de um documento final (talvez acabem por criar alguma pressão positiva ao W3C). Olhando para a já avançada implementação de CSS 2.1 em vários browsers não seria pertinente tentar acelerar de algum modo a criação destas especificação, não será de algum modo um bottleneck para o desenvolvimento de uma WWW ainda mais apelativa (a vários níveis)? O mesmo vale para o HTML 5, uma revolução necessária para acabar com uma parte dos documentos sem valor sintáxico que são produzidos neste momento, carregados de divs, spans e todos os outros elementos vazios de significado. EoF
Cor (#186)
:: Segunda, 6 de Agosto de 2007 @ 22:13 ::
 A importância da cor no processo de design, em qualquer área (virtualmente), tem reconhecida importância. Na criação de sites ou aplicações web passa-se o mesmo. Tenho por hábito perder algum tempo na escolha de cores e tons, mas ainda assim deveria dedicar mais tempo a esta função. A verdade é que um bom jogo de cores, com bons contrastes e tons certos faz uma grande diferença no resultado final. É fácil constatar que dois layouts iguais mas com jogos de cores diferentes pode fazer toda a diferença entre algo genericamente apelativo e um ataque de epilepsia. É claro que o bonito e feio é subjectivo, mas bem vistas as coisas não é tanto assim que não se possa usar um conjunto de técnicas que já se sabe funcionar, exemplo disso são os tons mais claros.

 Creio que até se achar a cor ou tom que fica no ponto se deve ir tentado uma e outra vez, na maioria dos casos há sempre aquela cor especifica ideal, nem sempre fácil de encontrar, mas no fim de achada pode fazer toda a diferença (uma espécie de encaixo perfeito). Apesar de muitas vezes me faltar a paciência vou tentando dedicar cada vez mais tempo a esta busca, os resultados têm valido o esforço, e para tal contribuiu bastante estas duas ferramentas e site:

  1. http://www.colourlovers.com
  2. http://meyerweb.com/eric/tools/color-blend/
  3. http://colorblender.com

 Há muitos mais por aí mas até agora, e com a ajuda essencial do Photoshop, tenho me safado. Com toda esta onda Web 2.0 é imperativo um bom esquema de cores, não negligenciem este aspecto, tendo sempre em conta o público-alvo, evidentemente. EoF
Formatar texto com CSS (#185)
:: Sexta, 3 de Agosto de 2007 @ 23:02 ::
 Há já algum tempo que andava com a ideia de juntar num local todas as transformações que o CSS pode realizar num bloco de texto. Acabei por criar uma página que com recurso a JS formata em tempo real um pedaço de texto introduzido, além de fornecer também o código CSS a utilizar para um efeito final semelhante.

 Utilizei todas as propriedades de texto e fonte disponibilizadas pelo CSS v2.1, ignorei apenas pseudo-elementos que também alterariam directamente o aspecto final do texto, este é tratado como um todo não tirando partido de diferentes configurações conseguidas com o uso de, por exemplo, diferentes tags. É também possível utilizar HTML no texto introduzido (assim como o atributo sytle). Ainda por fazer está a adição de mais tipos de letra e outras unidades nas medidas, neste momento todos os valores têm de ser introduzidos em pixels.

 Disponível em http://pxp0p0rn.net/p0p/jstext. EoF
Internet Móvel (#184)
:: Segunda, 30 de Julho de 2007 @ 21:36 ::
  Internet no telemóvel é como apertar um parafuso com um martelo (pelo menos para quem tem uma experiência semelhante à que tive com o meu V3). Há uns dias aderi à nova funcionalidade da TMN, Internet no Telemóvel, para verificar se me poderia ser útil, e também um pouco por curiosidade.

 É mau mas mesmo assim melhor do que pensava (novamente). Tem alguma utilidade, para mim, e até se torna simples consultar o mail e trocar algumas frases via MSN, felizmente o pacote inclui 100 MB de tráfego por mês que parece muito pouco, mas dá para alguns luxos, temos de ver que não recebemos as páginas como é normal num computador. Neste caso a ligação passa por um proxy que reduz imagens e filtra código ficando a grande maioria das páginas abaixo dos 20 KB. A nível de velocidade também não está mal mas suponho que possa ser bem melhor (de qualquer modo não sou especialista no assunto e nem estou por dentro das especificações).

  A 7,5€ por mês não é um exagero mas algo por volta dos 4/5€ seria o ideal para o serviço que é. Provavelmente vou continuar por mais uns meses de modo a analisar se me é realmente útil a longo prazo, é verdade que sabe bem ter net em todo o lado mas também não é assim tão importante. EoF
JavaScript (#183)
:: Sexta, 29 de Junho de 2007 @ 22:27 ::
 Há não muito tempo comecei a interessar-me por JavaScript, ainda venho daquele tempo em que a linguagem era olhada como algo completamente inútil e que só servia para efeitos de neve(!) nos sites. Felizmente a sua utilização evoluiu e temos hoje coisas como o GMail que tiram total proveito das muitas potencialidades da linguagem (para não falar nas aplicações offline).

 Fruto da pouca (e nem sempre correcta) utilização da linguagem surgiram pela net fora muitos tutoriais que não satisfazem quem quer aprender a desenvolver aplicações web totalmente baseadas nesta tecnologia. Mas há pouco tempo encontrei os (já famosos) vídeos do Douglas Crockford, JavaScript Architect na Yahoo!.
 Estes são um bom ponto de partida para se ter uma ideia genérica do que é a utilização moderna do JS. Sugiro a trilogia essencial, disponibilizada no YUI Theater, pela seguinte ordem:

1. The JavaScript Programming Language
2. An Inconvenient API: The Theory of the DOM
3. Advanced JavaScript

 Depois disto só é preciso muita paciência, umas ideias e um CSS bonito. Conclusão, fiquei completamente convertido à simplicidade e elegância da coisa, apesar da gigantesca lista de problemas de implementação é bem melhor do que inicialmente esperava, e de longe mais poderosa. Sem dúvida que vale todo o esforço para quem já está "enjoado" de HTML+CSS. EoF
Campus Party Portugal (#182)
:: Terça, 08 de Maio de 2007 @ 15:41 ::

Campus Party Portugal

 E parece que vamos voltar a ter uma LAN Party de grande dimensão em Portugal. Três anos passados deste a última edição da Minho Campus Party surge a Campus Party Portugal (em parte organizada pela mesma equipa do anterior evento e com apoios semelhantes). Desacata-se o gigantesco salto par sul: Batalha, Leira (ExpoSalão), provavelmente de modo a tornar mais fácil a deslocação do pessoal oriundo de Lisboa.

 Neste momento ainda não (já) há Press Release (conferência marcada para hoje às 10h30) mas tudo aponta para que vá de facto acontecer, no site tudo parece preparado e em estado avançado.

. Campus Party Portugal
. Mail de Divulgação
. Thread na Techzonept
. Notícias: Tek, Exame Informática, Blitz, Sol

Até lá EoF
Pesquisas (#181)
:: Sexta, 30 de Março de 2007 @ 00:23 ::
 Já há algum tempo que uso o Google Analytics para me manter a par de quem visita este espaço. Uma das ferramentas disponibilizadas apresenta as pesquisas que os visitantes efectuaram para cá chegarem. Apesar de muitas serem banais e de acordo com o conteúdo da página conseguem-se encontrar algumas preciosidades. A lista de 2006 pode ser consultada aqui: Pesquisas 2006.

 Uma nota, a página foi também um pequeno teste à capacidade de alguns browsers para renderizarem páginas com número elevado de divs (> 2500). Não tive, portanto, grande cuidado na optimização e se notarem que o site se arrasta no scroll não estranhem. EoF
RSS! (#180)
:: Sábado, 24 de Março de 2007 @ 13:42 ::
 Finalmente há feed RSS! Usem, testem e avisem caso encontrem algum problema, kthx. EoF


RSS Feedburner

Hotlinking (#179)
:: Sábado, 24 de Fevereiro de 2007 @ 00:27 ::
 Hotlinking é provavelmente das coisas mais absurdas que se pode fazer quando se anda a criar sites ou partilhar imagens via fóruns, etc. Numa explicação simples é utilizar directamente imagens que estão alojadas noutro espaço que não o do próprio (ou que não estão em espaços próprios para o efeito, caso do ImageShack e similares).

 Há uns meses que aqui tenho colocado uns scans de algumas revistas, e parece que quem cá vem gosta de usar essas imagens em fóruns e blogs. Por mim tudo bem, mas acontece que têm a brilhante ideia de colocar directamente as minhas imagens, alojadas no meu espaço, gastando o meu tráfego. O problema nem é tanto o tráfego, felizmente ainda chega para todos, mas há realmente necessidade de fazer as coisas desse modo?
 Para começar muitas das imagens estão já alojadas em locais próprios para o efeito, até forneço o código HTML ou BB, é só copiar e colar, nem têm de se dar ao trabalho de fazer upload para um serviço de partilha, ou para alojamento próprio. E segundo, dá assim tanto trabalho arranjar alojamento próprio para o que se quer partilhar? (No caso de não terem de todo.)

 Porque é que continuam então a fazer hotlinking? Penso que por dois motivos: moleza e burrice. E se eu apagar as imagens de um dia para o outro? Ter uma cópia própria só ajuda a garantir que as imagens nunca se perdem, além disso são pouco mais de 10 MB cada grupo. Mas nem para isso o pessoal se dá ao trabalho. Este tipo de atitude já foi bem pior e creio que hoje em dia só acontece em casos muito raros onde existe alguma falta de informação, ou seja, só o faz quem não tem a noção exacta do acto em si.
 E quando se justifica? Na minha opinião nunca. Mesmo quando queremos mostrar uma imagem que sabemos pertencer a outra pessoa podemos muito bem copiá-la para o nosso alojamento e colocar um link para a origem. Ou pode-se simplesmente "roubar" e acabou-se a história, já se sabe como é a Internet.

 Outro ponto curioso, um pouco fora da temática. Muitas das imagens têm uma resolução de 2000 por 3000, o que dá maus resultados quando se tem pouca RAM e se carregam dez de uma só vez. Até as thumbs eu aí tenho, mas nem isso usam. Geralmente preferem agarrar em todas as imagens e simplesmente colocar sem as thumbs e os respectivos links, conclusão: ainda no outro dia apanhei com um thrashing absurdo quando andava a ver por onde estavam as fotos da Liliana Santos, resolução do problema: essas imagens estão agora protegidas via regras do Apache.
 Mais informações sobre como se proteger contra este tipo de abuso aqui. EoF
Tráfego (#178)
:: Terça, 13 de Fevereiro de 2007 @ 14:18 ::
 Nunca tiveram curiosidade em saber a quantidade de tralha que os outros sacam? Não tenho de todos, mas tenho os meus, seguem os resultados segundo as contas do meu ISP (Netvisão).
 Relativamente a velocidades, de Junho/2005 a Setembro/2006: 1Mb/256Kb, restante: 8Mb/512Kb. (Todos os valores são apresentados em GiB.)
           Down   Up     Total
 Jun/2005  52.6 + 13.4 =  66.0
 Jul/2005  43.6 + 12.9 =  56.5
 Ago/2005  66.6 + 19.6 =  86.2
 Set/2005  35.6 + 10.5 =  46.1
 Out/2005              =  41.9
 Nov/2005              =  57.0
 Dez/2005              =  78.0
 Jan/2006   7.7 +  2.1 =   9.8 *
 Fev/2006  31.6 +  9.5 =  41.0
 Mar/2006  25.1 +  5.9 =  31.0
 Abr/2006  24.9 +  7.0 =  31.9
 Mai/2006  29.2 +  8.0 =  37.2
 Jun/2006  56.0 + 13.1 =  69.2
 Jul/2006  80.6 + 22.3 = 102.8 *
 Ago/2006  71.2 + 15.2 =  86.4
 Set/2006  52.3 +  6.8 =  59.1
 Out/2006  51.2 +  5.7 =  56.9 *
 Nov/2006 103.5 +  6.4 = 109.9
 Dez/2006 143.9 + 12.2 = 155.4
 Jan/2007 172.1 + 18.2 = 190.3
* Meses com erros nas contagens.

E para que conste é tudo pornografia retirada daqueles sites a pagantes. Nada de ilegalidades. EoF
Filmes (#177)
:: Domingo, 21 de Janeiro de 2007 @ 19:53 ::
 Continuando com as listas, hoje são filmes do Top 250 do IMDb que vi e que acho merecerem serem vistos. Estão ordenados pela sua posição original no top, não representando qualquer preferência pessoal.

··· #2 (9.1) The Shawshank Redemption (1994)
··· #8 (8.7) Pulp Fiction (1994)
·· #18 (8.6) Cidade de Deus (2002)
·· #26 (8.6) Memento (2000)
·· #27 (8.5) The Silence of the Lambs (1991)
·· #31 (8.5) Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain (2001)
·· #32 (8.5) Fight Club (1999)
·· #39 (8.4) Se7en (1995)
·· #41 (8.4) Léon (1994)
·· #47 (8.4) The Pianist (2002)
·· #64 (8.3) Saving Private Ryan (1998)
·· #67 (8.3) Sin City (2005)
·· #78 (8.2) Million Dollar Baby (2004)
·· #83 (8.2) Forrest Gump (1994)
·· #94 (8.2) Kill Bill: Vol. 1 (2003)
·· #96 (8.2) Blade Runner (1982)
·· #98 (8.2) The Incredibles (2004)
· #104 (8.2) Donnie Darko (2001)
· #116 (8.1) V for Vendetta (2005)
· #121 (8.1) Oldboy (2003)
· #123 (8.1) Kill Bill: Vol. 2 (2004)
· #128 (8.1) The Green Mile (1999)
· #173 (7.9) Trainspotting (1996)
· #184 (7.9) Twelve Monkeys (1995)
· #248 (7.8) Mulholland Dr. (2001)

Have phun. EoF
Livros {2006} (#176)
:: Quinta, 28 de Dezembro de 2006 @ 20:43 ::
 E para final de ano deixo aqui umas mini-opiniões sobre os livros que li, ou acabei de ler, em 2006. Não quero entrar em grandes detalhes e tudo o que segue é fruto do meu ponto de vista, por tal, não deixem de dar uma vista de olhos a uma ou outra obra apenas por terem lido uma má crítica, tanto aqui como noutro qualquer local.
 Ficam também os links para as entradas relativa aos livros no site da Bertrand, onde podem ler mais algumas opiniões.

Cartas do Inferno: Escrito por um indivíduo espanhol que lutou pela legalização da eutanásia, mostra bem o que é a privação dum elementar direito: a morte. Excelente leitura para quem quer saber qual é a sensação de desejar morrer e não poder. Por vezes repetitivo e complicado mas mesmo assim vale o esforço. (Filme relacionado: Mar Adentro.)

As Intermitências da Morte: Primeiro livro de José Saramago que li e fiquei bastante impressionado. A escrita, apesar de estranha, é absolutamente simples de seguir e a história é bastante imaginativa. Toca num problema, a meu ver, curioso: e se ninguém morresse?

A Conspiração: Outro de Dan Brown. Mais do mesmo e pior que o Código Da Vinci e Anjos e Demónios, começo a ficar algo enjoado.

O Espião do Vaticano II: Ainda melhor que o primeiro volume, ajudou-me imenso a conceber uma melhor visão do que foi o protestantismo na sua génese. Fácil de ler, com um enredo elaborado e recheado de detalhes históricos relevantes.

The Search: Criação e expansão do Google e importância da busca nos dias de hoje. A história do maior motor de busca de modo simples e directo. Depois de o ler tenho de admitir que a minha opinião relativamente ao Google mudou ligeiramente (e não necessariamente para melhor).

O 'Eduquês' em Discurso Directo: O mais analítico possível sobre a educação em Portugal, enquanto o lia apenas senti horror. Horror por tudo o que lá está escrito ser a mais dolorosas das verdades. Dá que pensar pois mostra de modo cru o que é que se anda a passar nas escolas e o rumo que levam.

Perguntem às Árvores: Romance de autor (praticamente) desconhecido, comprado a 5€ numa qualquer feira. Valeu o dinheiro, a história entretêm sem ser nada de especial.

Quarto Crescente: Outro, da mesma feira, a 5€. Sem história e tenta valer apenas pela linguagem, a qual é demasiado rendilhada e elaborada. Complicado (cansativo) de ler e vazio em conteúdo.

Os Sensos Incomuns: Leitura de uma tarde de verão quando não tinha nada à mão. Já nem me lembro do que se trata, tenho ainda a vaga ideia que gostei, e é tudo.

Os Filhos da Droga: Provavelmente um dos melhores livros que alguma vez li. Trata um tema multifacetado de modo directo, simples, conciso e ainda serve como chamada de atenção a-droga-faz-muito-mal para a malta mais nova. Impressiona, agarra e deixa saudades. (Também em filme: Christiane F.)

Até ao Fim: Mais um de Vergílio Ferreira, e como sou fã não posso ser minimamente independente neste. Gostei, sem ser dos melhores, a linguagem é acessível e a história (como muitas vezes sucede) não é nada em concreto. Vale, como sempre, pelo que representa. Não é a melhor escolha para quem nunca leu nada do autor.

Mulher em Branco: Segundo livro de Rodrigo Guedes de Carvalho e muito melhor que o primeiro (A Casa Quieta). Deixou de lado a importância da linguagem e tem muito mais história, desta feita interessante. Não deixa de ter valor pelo modo como conta mas ganha muito no conteúdo.

Mutilada: Um relato impressionante de uma rapariga que sofreu mutilação genital em criança e que se vê presa às tradições do seu país de origem. No final fico com uma questão do género: como é que é possível fazer tanto mal a alguém de quem se gosta apenas por crença ou superstição?

Memórias de uma Gueixa: Uma leitura leve e agradável, um tema curioso, uma escrita simples e eficaz. Ajudou-me a ter uma melhor ideia do que realmente é uma gueixa e de alguns dos seus antigos rituais, bem como importância social. (Bem melhor que o filme.)

Lolita: Para finalizar o ano, um clássico. Provavelmente uma desilusão para muitos, já que o conteúdo pornográfico é mínimo, mas sobra uma atmosfera densa sob uma história deliciosamente imoral. Vale sobretudo pela mentalidade retratada na pessoa da personagem principal. Como nota, não esquecer a data em que foi escrito. (Há já duas adaptações ao cinema: 1962 e 1997.)

 Se querem aqui uma review de outro livro podem enviar sugestões (que bem preciso) e, já agora, o livro. EoF
Luxúria (#175)
:: Segunda, 4 de Dezembro de 2006 @ 8:53 ::
 É curiosa a quantidade de sites nacionais a publicitarem profissionais do sexo. Fiz uma pequena recolha e sem grande esforço atingi quase as três dezenas.
 O registo é muito semelhante aos jornais com o importante extra das fotos, mesmo sendo uma opção mais cara nota-se que quem lá se publicita não leva meia dúzia de tostões pelo serviço. Na minha óptica é a evolução ideal, ou substancialmente positiva, pelo menos enquanto o produto anunciando for o verdadeiro (coisa que já começa a falhar).
 O que mais me intriga: como é que há público-alvo suficiente para tanta oferta? Tenho umas quantas ideias sobre os possíveis motivos, mas deixo-vos pensar sobre o assunto sem interferências.

  » A Sensual
  » Ancient Pleasures
  » Apartado X
  » Cidade Sensual
  » Clube Relax
  » Desejos
  » Diabinhas
  » Gatas Clube
  » Kama Girls
  » Massagens
  » Sensualmente
  » So Relax
  » Portugal Escort
  » Zona Quente
  » Acompanhantes Lux
  » Escort PT
  » Mulheres que vc
  » Elite Lx
  » Escort Clube
  » Escorts Guide
  » Escort Madeira
  » Portal Privado
  » Intimo Relax
  » Privadus
  » Leviana Relax
  » Tgatas

Divirtam-se. EoF
Sacar para ter (#174)
:: Quinta, 30 de Novembro de 2006 @ 12:38 ::
 Sacar para ter, não é para ver nem para servir de entretenimento, não é para arranjar aos amigos, é simplesmente para ter, uma espécie de porque sim.
 De há uns meses para cá os ISP portugueses têm feito umas quantas melhorias a nível de acesso, mais velocidade e mais tráfego. Com isso vem mais downloads, mas até que ponto estes são justificados?

 Falando um pouco do meu caso, até Junho de 2005 tinha na prática 29 KB/s. Algo tão absurdamente lento que apenas sacava via HTTP, geralmente pornografia e pouco mais. Fizeram-me nesse mesmo mês o upgrade para 1 Mb/s, que já dava 119 KB/s. Comecei a usar BitTorrent com fartura e conseguia tirar em tempo útil tudo o que queria. Mesmo que levasse uma semana acabava por chegar sem grande desespero. Era obrigado a alguma selectividade mas dava-me ao luxo de ainda tirar muita porcaria que nunca cheguei a ver/usufruir. Em Outubro de 2006 fizeram-me novamente um upgrade e passei para 8 Mb/s, algo por volta dos 940 KB/s. A questão agora é: o que sacar? Com este tipo de largura de banda consigo fazer sem grande esforço 10 a 12 GB numa noite (em seis horas de Happy Hours, que até então usava religiosamente).

 Nos primeiros quatro dias com esta velocidade consegui despachar a lista de tudo o que tinha para tirar. Depois é ir sendo cada vez mais selectivo e tomar consciência que não vale mesmo a pena sacar tudo o que a ligação permite. Provavelmente há quem tenha tempo e vontade para ver tudo, mas eu não, nem perto disso. E acredito que como eu haja muita gente, apesar disso continuamos a tirar tralha em quantidades absurdas. Admito que muito do que tiro não vejo, guardo a esperança de um dia ter tempo para o fazer. Na maior parte dos casos acaba por passar ao lado.

 Voltando ao título, sacar para ter é uma atitude que vem com a velocidade a mais, mas ao mesmo tempo é algo que desaparece no mesmo caso. Desde o melhoramento dos acessos nota-se que o pessoal mais contido no que tira, também é verdade que nem sempre há espaço para tudo. Falando por mim, esse é um dos motivos, se tirasse tudo o que posso não fazia mais nada a não ser gravar DVD’s ou comprar discos.

 Creio que é este o caminho certo, alta velocidade, pouca (ou nenhuma) importância dos limites e maior selectividade no que se tira. Se com 1 Mb tinha o que queria porque hei-de querer ter mais com 8 Mb? De facto quero o mesmo, mas tenho-o oito vezes mais depressa. Sobra uma boa quantidade de tempo para as tralhas, e é nessa altura que se começa o sacar para ter. É neste ponto que devemos pensar se queremos continuar com essa atitude, se vale a pena. Pensei no assunto e cortei com algumas coisas, deixo outras para justificar o que pago pela ligação e porque, afinal, gosto de ter. EoF
m3atspin (#173)
:: Domingo, 29 de Outubro de 2006 @ 14:13 ::
Round and round... EoF

m3atspin
FeitoEm25dOutubro:2006
Retro Gamming (#172)
:: Sexta, 20 de Outubro de 2006 @ 22:48 ::
 Cada vez jogo menos, não tenho nenhuma consola das mais recentes e o computador também já não dá para correr as novidades com gostaria. Mas fora isso não sinto aquela vontade que tinha, por exemplo, aos 16 anos. Os gostos também se alteraram e os jogos são bem diferentes.
 O que não deixa de ser curioso é que para me viciar novamente foi preciso um remake de algo que jogava num 486: The Settlers II. A edição comemorativa dos dez anos do jogo conseguiu fazer aquilo que há anos nenhum conseguia: jogar mais de uma hora seguida e querer continuar por mais umas tantas. Nem mesmo o Civilization IV conseguiu tal proeza (em grande parte devido ao aquecimento global, que sempre me fez diferença).
 Antes deste Settlers só mesmo o Half-Life 2 é que joguei até ao fim, e antes desse já nem faço a menor ideia. Tenho tentado vários mas ao fim de algum tempo (pouco) sinto-me farto, aconteceu com o NFSMW, City Life, Scratches, Sensibe Soccer e Caesar IV, apenas para referir alguns.

 O que me despertou maior interesse neste Settlers foi o facto de ser igualzinho ao antigo mas com novos gráficos, isto é, não estragaram nada, nem sequer tentaram melhorar, é o mesmo jogo com cara nova, foi o melhoramento quase perfeito, e acredito que no meu caso iria funcionar com mais alguns. Funcionou parcialmente com o Civilization IV, que também se manteve semelhante ao primeiro.

 Tudo isto leva-me a crer que já passei um bocado a fase dos jogos, e os que me agarram é simplesmente porque me recordam muito o que jogava há dez ou mais anos atrás. Um momento nostálgico à moda do software actual. Não creio que valha o esforço apostar neste tipo de relançamento, mas pelo menos comigo deu para ver que os jogos por mais antigos que sejam ainda têm o seu potencial, e que mantendo-se simples conseguem agradar aquele público que não sente o vício a correr-lhes nas veias. EoF
Lombas (#171)
:: Quarta, 11 de Outubro de 2006 @ 9:14 ::
 As lombas que há por essas estradas fora parecem inscritas num qualquer concurso entre municípios, cada uma maior que a anterior.

 É fácil para quem anda na estrada notar que cada vez se exagera mais no tamanho (altura e comprimento) das lombas que servem para obrigar o condutor a reduzir a velocidade. Geralmente estão no interior de pequenas localidades cortadas por estradas de relativo trânsito. Até há não muito tempo atrás era normal ver as clássicas 10%-de-bolas-em-ferro-enterradas, também não é o que defendo, mas alguma moderação não faz mal. De onde vêm o abuso?

 Algumas são tão longas que conseguem abarcar uma passagem para peões que lhes pintam em cima (novo conceito de passadeira elevada). Como bónus estão à altura do passeio... Para quê? Podem ser úteis para quem tenha dificuldades motoras, mas um passeio rebaixado em condições também não era mal pensado.
 É preciso fazer algo assim tão alto que se o condutor se distrai e as passa a mais de 40 Km/h está sujeito a estragar algo no carro? Mas vejamos, num quilómetro encontrar cinco destes espécimes, para quê? É uma zona tão movimentada que seja necessário a cada 200 metros engatar a primeira e iniciar a subida ao topo do mundo? Se sim então é capaz de ser melhor pensarem noutros acessos, e não forçar os existentes, já antigos e consequentemente necessitados das tais lombas.

 Haverá assim tantos acidentes dentro de pequenas localidades? Podemos dizer que não devido às tais lombas, mas também podemos ver que não os há em zonas sem tais obstáculos. O que se ganha efectivamente com esta nova moda?

 A experiência diz-me que se foram demasiado suaves são ignoradas, caso daquelas que vêm em grupos antes das passadeiras e que vão aumentando a frequência até às ditas. A meu ver, inúteis, excepto para um condutor completamente distraído. Penso que as melhores são as que colocam perto das obras, umas móveis que pregam ao chão e findo o serviço removem. São pequenas em comprimento, não muito altas, mas o suficiente para fazer o condutor abrandar. Executam com eficácia máxima o seu propósito para ambos os lados. O carro abranda, e o condutor escusa de meter uma primeira.

 É evidente que toda esta história das lombas maiores (etc) fica bem ao poder local. Dá a ideia que se preocupam e os habitantes da zona são iludidos com uma maior sensação de segurança.
 Votos, obra feita. Parecem-me ser essas as verdadeiras motivações destes trambolhos. Seja ou não, já vi obras maiores por menos. EoF
g4ngb4ng (#170)
:: Sexta, 29 de Setembro de 2006 @ 00:26 ::
Nem perguntem. EoF

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FeitoEm24dSetembro:2006
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